sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Edição 02- Recompenso al que mate el Chavo

Revista Radiolandia 2000, Argentina, 1979
Em 1979, Carlos Villagrán abandonou os programas de Chespirito para se dedicar a carreira solo. Até aí nenhuma novidade, apenas a já conhecida rixa entre Roberto Gómez Bolaños (Chaves) e Carlos Villagrán (Quico), que iria parar na justiça, e terminar com o nome da personagem alterado para Kiko.
O fato curioso, é que em 1979 ambos foram à Argentina para uma série de apresentações. As apresentações de Carlos Villagrán ocorreriam um pouco antes das de Chespirito e seu grupo de atores. Porém, logo que desembarcou no país, Villagrán se viu impedido de realizar as apresentações, devido a briga pelos direitos autorais da personagem. Irritado com o ocorrido, Carlos Villagrán foi à imprensa argentina e literalmente soltou o verbo, oferecendo inclusive uma recompensa para quem desse cabo do personagem de Chespirito.Com o título "Recompenso a quem mate o Chaves" (Recompenso al que mate a el Chavo), a reportagem foi publicada no ano de 1979 na revista de variedades argentina "Radiolandia 2000". Em edições posteriores a revista fez uma cobertura completa das apresentações de Chespirito pelo país. E é claro, que Chespirito também não perdeu a oportunidade de soltar o verbo, inclusive contra Ramón Valdés (Seu Madruga), que também havia deixado os programas recentemente. Mas isso é assunto para nossa próxima edição... Até lá!



Carlos Villagrán e sua esposa na Argentina (1979)


4 comentários:

  1. mais uma raridade!

    parabéns!!!

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  2. Muito legal, e Carlos Excedeu um pouco, acho que seria tão mais facil sem ambos sentassem e conversassem, inves de trocar farpas pela imprensa, e além de processos entre outros problemas.

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  3. Hola!! Estaba buscando cosas del Chavo del Ocho y supe de la existencia de este blog... ¡Os felicito! Está genial!!

    Al leer esto me he acordado de algo que cuenta Carlos Villagran en este vídeo:
    http://www.youtube.com/watch?v=wnZsshkZB9o a partir del minuto 4:05... es una declaración que me llama mucho la atención: aquello debió pasar por esa época, no? Puede que ese enfado que tenía Carlos en esta entrevista se debiera a este hecho... ¿por qué lo harían actuar sin público? Eso debió ser muy duro...
    ¡Saludos y enhorabuena por el blog!

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